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Análise do livro “A barca e a biblioteca” por José Eslebán

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"A Barca e a Biblioteca" é um livro que mistura gêneros. Por conta da ocorrência de um crime, poderia ser rotulado como um romance policial. Mas, por conta da peculiaridade da história mais ou menos recente do Brasil, mistura elementos de denúncia política. Numa cidade não nomeada, que eu associo à litorânea Rio Grande, um crime acontece no campus de uma universidade. Por conta da história das personagens, fatos da história do país são trazidos à luz. O livro denuncia torturas, assassinatos, vandalismos, todo tipo de crime perpetrado por agentes do estado. Diria que é um bom romance. A leitura flui, e o autor consegue nos transportar para o seu mundo. CORRÊA, Gilson. A Barca e a Biblioteca. Porto Alegre: Editora Metamorfose, 2017. Postado por José Elesbán Marcadores: diário, leituras, livro, livros http://novasvoltasemtornodoumbigo.blogspot.com

Alfredo Ferreira Rodrigues, um grande literato e historiador rio-grandino

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Alfredo Ferreira Rodrigues, cuja qualidade intelectual foi grandemente propagada em sua obra, que registrou o seu fazer literário, o seu talento especial para as artes, revelando-o como um admirável historiador, além de escritor talentoso. Alfredo Ferreira Rodrigues nasceu no distrito do Povo Novo e muito pequeno passou a residir em Pelotas, sendo que aos 16 anos, por sua elevada condição intelectual, começou a ministrar aulas de várias disciplinas. Trabalhou como revisor na Livraria Americana e mais tarde, passou a trabalhar em sua filial em Rio Grande, vindo a morar definitivamente em nossa cidade. Dedicou-se a vários gêneros literários, tais como crônicas, ensaios, contos, relatos históricos e poesia. Sua intelectualidade o conduziu a ser historiador, poeta, ensaísta, biógrafo, charadista e professor. Nascido a 12 de setembro de 1865, Alfredo Ferreira Rodrigues foi um homem de seu tempo, preocupado em divulgar ao público a história e características singulares do RS. Interes...

Análise dos poemas: “Poesia do momento” “Sentir" e “Realidade” da poeta Dalva Leal Martins

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As poesias devem ser declamadas, interpretadas. Em geral, é o que se pensa. Pelo menos, eu tenho comigo que são muito mais expressivas as imagens, os sentimentos, as sensações que os versos transmitem, quando os mesmos são lidos em voz alta. Entretanto, há o outro lado, a literatura difundida nas expressões literárias, no sentimento profundo que estimula a imaginação e o pensamento e lendo-se com absoluta atenção, percebemos nas entrelinhas o quanto as sensações podem ser intensas. Os poemas são suaves, leves, atingem devagarinho as nossas percepções sem percebermos, às vezes, o grau de envolvimento. Aos poucos, estamos completamente submetidos à emoção. Assim, aconteceu com a leitura que estou fazendo do livro “Sentimentos da alma: poesias, crônicas, pensamentos”, da poeta Dalva Leal Martins. São histórias que nos transportam a experiências vividas ou imaginadas, a momentos de alegria ou solidão, a sentimentos de busca e encontro. Na “Poesia do Momento” (p.16), observamos, atr...