A permanência das palavras
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Gilson Borges Corrêa trabalhou na Universidade Federal do Rio Grande como bibliotecário e também lecionou Português, Inglês e Literatura na escola pública. É formado em Letras Português/Inglês, Biblioteconomia e especialista em Ciências da Informação.
Membro da Academia Rio-grandina de Letras, mantém o blog Liberdade Poética e o site Textos do Gilson, espaços em que reúne fragmentos, crônicas, contos e reflexões literárias. Participou da página literária do Jornal Agora, no caderno O Peixeiro, pela Academia Rio-grandina de Letras. Atualmente integra a Página Literária do Jornal Sou do Sul, pela ARL, e mantém o Instagram @palavrasdogilson, dedicado à literatura, aos fragmentos do cotidiano e às delicadas permanências da memória e da condição humana.
Entre contos, crônicas e antologias, integrou publicações como a Coletânea de Conto, Poesia e Crônica (2009), Outras Águas (2009), Contos Vencedores 2013, de Araçatuba, a Antologia de Contos de Santo Ângelo (2014) e Metamorfoses(2017), com o conto Emblema da morte em vida.Como escritor, participou de diversas antologias de contos, crônicas e poesia, entre elas a Coletânea de Conto, Poesia e Crônica (All Print Editora, 2009), a antologia Outras Águas (2009), Contos Vencedores 2013, de Araçatuba, com o conto A margem oposta, a Antologia de Contos de Santo Ângelo (2014) e a antologia Metamorfoses (2017), com o conto Emblema da morte em vida e da coletânea Anti-heróis, o conto De minha natureza. Em 2021, na antologia Quatro Cantos em contos e crônicas do Brasil, o conto O que vem na lancha?
Publicou os romances O eclipse de Serguei (Biblioteca 24x7, 2009) e A barca e a biblioteca (Editora Metamorfose, 2017), obra em que literatura e memória atravessam os anos de repressão e silêncio do país, revelando como também os livros podem ser sitiados em tempos sombrios.
O eclipse de Serguei – Biblioteca 24x7
A barca e a biblioteca – Editora Metamorfose
No prefácio de A barca e a biblioteca, o Prof. Dr. Oscar Luiz Brisolara destaca a obra como uma narrativa que percorre a história recente do Brasil após o golpe militar de 1964, expondo, ainda que de forma literária e simbólica, as engrenagens perversas dos regimes antidemocráticos e os mecanismos de repressão que atingem não apenas pessoas, mas também a memória, os livros e a própria liberdade.
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