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Mostrando postagens de Julho 12, 2016

O cofre e as moedas

Fonte da ilustração: Gerd Altmann, de Freiburg/Deutschland, do site https://pixabay.com/
Seguir certas crenças ou talvez quaisquer delas, cristãs ou não, têm-se a impressão de que muitas vezes, Deus situa-se longe demais, num espaço tão distante que se equipara a estrelas inatingíveis. Pelo menos, o Deus do amor que Cristo nos revelou.
Nestas religiões ou crenças, o contato com Deus exige muitos caminhos e a maioria deles tem meandros que desembocam em labirintos, aos quais não temos acesso ou nos perdemos na viagem.
Para este contato, ficamos a sós, despidos de qualquer humanidade ou desejo, onde os conceitos se constróem nos percalços de uma sociedade idiotizada, na qual o ser humano parece o último da hierarquia animal.
Para elas, as crenças e seus idealizadores, atingir este contato exige sobrepujar a dor, exaltar a imagem em detrimento do conteúdo, reproduzindo um ambiente de felicidade.
Para ter o contato com Deus é preciso ser aceito na clã e equilibrar-se em cabos sob precipc…

UM CRIME NA CIDADE QUE SABIA DEMAIS - 13º CAPÍTULO

Na conversa com Rosa, o detetive Júlio Ramirez descobre que ela está assustada com a onda de crimes por ingestão indevida de insulina a quem é saudável. Um crime que não deixa marcas. Confusa, Rosa está mais temerosa, porque contraiu a doença. Mas há outra expectativa de Júlio em relação a ela, o seu relacionamento com o mecânico Paulo e o assassinato da jovem Taís. Hoje é terça-feira,12/07/16, dia do nosso folhetim policial.D ivirtam-se!
Fonte da ilustração: https://pixabay.com/pt/auto-alfa-romeo-carro-esporte-719466/
CAPÍTULO 13
Quando Júlio faz a pergunta sobre Paulo, Rosa emudece. Ele então muda de tática.
– Está bem Rosa, então vou tornar a perguntar sobre a filha do farmacêutico. O qeu você tem a me dizer sobre o crime?
Rosa o olha intrigada. Parece que as coisas estão demais confusas, para enveredar por aquele assunto. Afinal, não foi para isso que chamou o detetive. De súbito, responde, irritada.
– Eu acho que ninguém a matou, ela devia estar tomando um daqueles banhos que costu…

UM CRIME NA CIDADE QUE SABIA DEMAIS - 13º CAPÍTULO

Na conversa com Rosa, o detetive Júlio Ramirez descobre que ela está assustada com a onda de crimes por ingestão indevida de insulina a quem é saudável. Um crime que não deixa marcas. Confusa, Rosa está mais temerosa, porque contraiu a doença. Mas há outra expectativa de Júlio em relação a ela, o seu relacionamento com o mecânico Paulo e o assassinato da jovem Taís. Hoje é terça-feira,12/07/16, dia do nosso folhetim policial.D ivirtam-se!
Fonte da ilustração: https://pixabay.com/pt/auto-alfa-romeo-carro-esporte-719466/
CAPÍTULO 13
Quando Júlio faz a pergunta sobre Paulo, Rosa emudece. Ele então muda de tática.
– Está bem Rosa, então vou tornar a perguntar sobre a filha do farmacêutico. O qeu você tem a me dizer sobre o crime?
Rosa o olha intrigada. Parece que as coisas estão demais confusas, para enveredar por aquele assunto. Afinal, não foi para isso que chamou o detetive. De súbito, responde, irritada.
– Eu acho que ninguém a matou, ela devia estar tomando um daqueles banhos que costu…